Publicado por: dcvmais em: Junho 16, 2009
Estando as férias de verão mesmo à porta, nada melhor do que aproveitarmos a época balnear como foco da nossa infografia. Assim sendo, decidimos noticiar o número de bandeiras azuis com que as praias portuguesas foram galardoadas neste verão de 2009.
Para não sobrecarregarmos a infografia de muita informação, optámos por só incluir o lead da notícia, que acaba por introduzir o que graficamente noticiamos.
Com o photoshop como programa de trabalho, começamos por dividir o mapa de Portugal por regiões. A partir daí tornou-se mais simples a leitura do que realmente queríamos noticiar. Para que a informação essencial se destacasse e pudesse ser facilmente apreendida pelo leitor, diferenciamos o tamanho das bandeiras.
O próximo passo foi acrescentar informação mas sem quebrar a organização visual e sem desviar a atenção do leitor da notícia principal. Recorremos ao poder da cor para criar uma associação imediata entre as regiões e as informações/curiosidades relativas às mesmas, proporcionando, desde logo, uma coerência entre todos os elementos.

Na nossa segunda infografia optamos por inverter alguns aspectos, desde logo o programa em que trabalhamos – Freehand- e o método de exposição da notícia.
O próprio tema que escolhemos tem por sí só muito mais informações e pontos de análise do que o tema anteriormente apresentado, portanto o desafio foi diferente. Decidimo-nos por uma estrutura simples, em que a infografia se divide em quatro sectores de informação. Para não cansar o leitor de texto, recorremos à imagem e à informação gráfica e esquemática, que facilitará não só a leitura como a compreensão.
Com um design simples, a infografia consegue chamar a atenção pelos seus tons apelativos e fortes, que sublinham o impacto visual da notícia. Com duas cores apenas, criamos um padrão separatório e de fácil percepção, para além de que estão associadas ao título e subtítulo. É importante manter uma coerência que permita ao leitor associar os elementos e criar uma espécie de “itinerário” ao longo da infografia.
Sintetizamos o máximo de elementos noticiosos, já que o aconselhável é uma infografia ter o lead e, posteriormente, alguns suportes textuais que completem a mensagem. Nesse sentido, consideramos essencial apresentar os perigos que o spam poderá trazer aos nossos computadores, para além de referenciar os tipos de spam que nos podem surgir. E como uma infografia, tal como qualquer outro ramo jornalístico, vai até ao leitor para o informar e lhe dar opções e soluções, não poderíamos deixar de apresentar os caminhos a seguir para evitar este vírus virtual.
