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	<title>Dcvmais&#039;s Blog</title>
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		<title>infografia: artigo pessoal</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/06/19/infografia-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 15:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Informação e mais informação que nem sabemos o que seleccionar para suavizar a informação, inúmeras imagens todas elas essenciais e impossíveis de serem descartadas, gráficos e mais estatísticas para complicar o panorama&#8230;Como contornar esta situação que diariamente se apodera das redacções dos meios de comunicação? A resposta já vem desde a pré-história, mas parece que só [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=123&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;">Informação e mais informação que nem sabemos o que seleccionar para suavizar a informação, inúmeras imagens todas elas essenciais e impossíveis de serem descartadas, gráficos e mais estatísticas para complicar o panorama&#8230;Como contornar esta situação que diariamente se apodera das redacções dos meios de comunicação? A resposta já vem desde a pré-história, mas parece que só recentemente se revelou uma prática corrente. &#8220;<span style="text-decoration:underline;">A infografia não é uma linguagem do futuro, mas sim do presente</span>&#8220;  <em>Alberto Cairo</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Sim, falo da infografia. Para muitos ainda desconhecida, para outros a sua arte diária.</span></p>
<p><em><span style="color:#000000;">&#8220;<strong>Infografia</strong> é a especialidade de desenho e comunicação visual ou mesmo desenho gráfico, que se ocupa da integração interdisciplinar de desenho, fotografia/imagem, ilustração, gravura, dimensão volumétrica, etc.&#8221; </span></em></p>
<p><span style="color:#000000;">Desde o início que tem vindo a ser útil para descodificar a informação mais complexa, através de imagens e de uma estrutura mais dinâmica de apresentar a informação. Mas há que referir que a simples junção de imagem com texto nem sempre resulta numa infografia &#8220;<span style="text-decoration:underline;">nem todas as ilustrações são infografias. Para que a ilustração se considere infografia tem que explicar algo, contar uma história, transmitir informação como uma notícia</span>.&#8221; <em>Alberto Cairo</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Em imprensa, pelo menos, é necessário que determinados critérios sejam respeitados para que possamos estar diante de uma estrutura capaz de enquadrar uma infografia, tais como ela dar sentido a uma informação completa e independente ou então fornecer informações actuais suficientes para compreender os acontecimentos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Um dos aspectos em constante discussão foca-se na origem do termo. Por mais confusões que se possam fazer, &#8220;informação + gráfico&#8221; é a designação mais aceite:</span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;<span style="text-decoration:underline;">Tratamento gráfico original de informação com recurso ao computador</span>&#8221; <em>Pacho Reyero</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;<span style="text-decoration:underline;">Aplicação do grafismo à comunicação</span>&#8220;  <em>Javier Delicado</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;<span style="text-decoration:underline;">Elemento informativo realizado com elementos icónicos e tipográficos, que permite ou facilita a compreensão dos acontecimentos, acções ou factos da actualidade ou algum dos seus aspectos mais significativos. Pode acompanhar ou substituir o texto informativo</span>&#8220;  <em>Valero Sancho</em></span></p>
<p><em><span style="color:#000000;"> </span></em></p>
<p><span style="color:#000000;">Se dantes as infografias eram o suporte de apresentação das descobertas físicas, hoje as infografias chegaram ao mercado jornalístico simplesmente para dar opções àqueles que já não perdem muito tempo a consumir notícias. Antes de ser um recurso é sem dúvida uma estratégia, um meio de dizer às pessoas que se tem tornado cada vez mais fácil compreender os factos noticiosos e que cada vez necessitam de menos tempo para se manterem minimamente informados. Sim, porque o tempo é decisivo e creio que, hoje em dia, é sem dúvida o factor que mais leva à massificação de infografias nas redacções, seja na imprensa, seja na televisão.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">O fundamental é que quem informa consiga através do desenho estruturar da melhor forma os dados, de maneira a torná-los em informação que o receptor consiga compreender e memorizar. Nesse momento podemos dizer que a infografia produziu conhecimento. Tal como outro meio de tratamento de informação, a infografia também se adapta ao género de informação que noticia. Assim sendo, quando reproduz notícias de última hora, devido à urgência da publicação, leva a que fique pouco pormenorizada. Pelo contrário, quando o objecto de trabalho tem como base reportagens há muito mais tempo para a produzir e, como tal, há tempo compilar dados e artigos anteriores, resultando num trabalho completo com diferentes tipos de conteúdo (vídeos, áudios, gráficos&#8230;). Para além destes aspectos, há ainda a hipótese das infografias serem animadas (lineares e com pouca interactividade) e interactivas (complexas e diferentes formas de navegação).</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Mas as infografias não são o ramo jornalístico mais apropriado para retratar as histórias humanas, em que os sentimentos e as emoções são o cerne da notícia. Mais depressa nos socorremos da infografia para revelar números estatísticos, rotas, consequências, motivos, já que, segundo Alberto Cairo, &#8220;a  infografia é muito melhor para transmitir os dados frios, os dados duros&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Esta nossa proposta de trabalho deu-nos um cheirinho do desafio de transformar uma notícia numa infografia, ou então, contar por imagens o que realmente sucedeu. E se uma imagem vale mesmo mais do que mil palavras, o desafio não se colocará na eficácia da infografia mas sim em todo o processo anterior à publicação propriamente dita. Por vezes torna-se simples explicar um facto que reuna muitos dados e que à partida nunca atrairá o leitor, perdendo por completo o objectivo: comunicar e informar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Até chegar aqui ao curso não tinha conhecimento deste ramo jornalístico, mas de imediato me apercebi da mais valia que as infografias se podem revelar. Não nos podemos esquecer que as palavras não são o único meio de comunicação. A imagem é sem dúvida bastante expressiva e por vezes é o suficiente. O grafismo, além de &#8220;abrilhantar&#8221; também transporta consigo uma capacidade atractiva que poucos conseguem. O nosso olhar é um sentido bastante mimado que procura sempre por coisas novas e coisas diferentes que contornem a rotina e nos traga um pouco mais. Um pouco que fará toda a diferença, um pouco que fará estar mais à frente, um pouco que sempre será mais. Neste sentido, a infografia tem sido esse pouco mais de que o jornalismo, o design e a comunicação necessitavam para se poderem aliar num só elemento.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Referências bibliográficas:</span></p>
<p><a href="http://domdodesenho.no.sapo.pt/domgloss.html">http://domdodesenho.no.sapo.pt/domgloss.html</a></p>
<p><a href="http://www.slideshare.net/webjornalismo/infografia-slides-de-apoio">http://www.slideshare.net/webjornalismo/infografia-slides-de-apoio</a></p>
<p><a href="http://jpn.icicom.up.pt/2006/07/11/infografia_nao_e_uma_linguagem_do_futuro_e_do_presente.html">http://jpn.icicom.up.pt/2006/07/11/infografia_nao_e_uma_linguagem_do_futuro_e_do_presente.html</a></p>
<p><a href="http://www.ull.es/publicaciones/latina/librovalero.htm">http://www.ull.es/publicaciones/latina/librovalero.htm</a></p>
<p><a href="http://www.aiga.org/content.cfm/clear">http://www.aiga.org/content.cfm/clear</a></p>
<p><a href="http://www.aiga.org/content.cfm/why-design">http://www.aiga.org/content.cfm/why-design</a></p>
<p><a href="http://dcvmais.wordpress.com/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=123&amp;message=1">http://dcvmais.wordpress.com/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=123&amp;message=1</a></p>
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		<title>cor</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/06/19/cor-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 12:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Se me questionassem sobre o que eu entenderia por cor, muito provavelmente eu não saberia responder, pois nunca foi algo com que eu me tenha interrogado, uma vez que dá a sensação de que a cor já nasce associada aos seus objectos, ou seja, é uma espécie de &#8220;2 em 1&#8243;. Se me falam em natureza eu penso em verde, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=118&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;">Se me questionassem sobre o que eu entenderia por cor, muito provavelmente eu não saberia responder, pois nunca foi algo com que eu me tenha interrogado, uma vez que dá a sensação de que a cor já nasce associada aos seus objectos, ou seja, é uma espécie de &#8220;2 em 1&#8243;. Se me falam em natureza eu penso em verde, se me falam em coração eu de imediato me ligo ao vermelho. Desde sempre que estas associações me parecem perfeitamente naturais e não fazia sentido se assim não fosse. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Pois bem, este será o raciocício de muita gente, um raciocínio que não pensa mais do que para quilo que vê. O hábito prega-nos partidas e não nos deixa reagir da melhor maneira a mudanças. O que é a cor afinal? Porque é que ela existe? Como é que foi descoberta?</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Recuemos uns tempinhos atrás&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Por volta do ano 1900, com a crescente industrialização, o ramo têxtil era um dos que mais crescia no mundo. As empresas desse segmento começaram a ter sérios problemas com a reprodução das cores dos seus produtos. Isso ocorreu porque as fábricas não tinham nenhuma referência e não conseguiam reproduzir os tecidos com fidelidade de cor. Mesmo que elas criassem uma fórmula, tinham dificuldades em reproduzir a mesma cor pela segunda vez. Diante dessa problemática, foi preciso criar um padrão de cores. Foi em 1905, que um pintor norte-americano, Albert Henry Munsell, começou a estudar as cores. Em função dos seus estudos, ele é considerado uma das principais referências nos estudos das cores até os dias de hoje.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Todavia, já desde o século XVII que a cor dava sinais da sua existência,  pelas mãos de Newton. Este cientista fez passar um raio de luz branca através de um prisma triangular transparente, obtendo assim um conjunto de cores que ia do vermelho ao violeta. Ficou não só provado que o branco é a combinação de todas cores possíveis e o preto é a ausência delas, como também que  a luz solar (raio de sol) possui todas as cores possíveis, cores estas que podemos hoje observar no arco-íris. Se procurarmos por uma explicação mais técnica, encontramos que a cor é uma sensação de luz que temos sobre os nossos olhos, os quais são provocados por um feixe de fótons sobre as células especializadas da retina. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ainda no século XIX, as experiências de Newton foram aprofundadas por Charles August Young que trouxe mais desenvolvimentos ao mundo da cor. Ao projectar e sobrepôr três cores, Young apercebeu-se de que mais cores estavam a surgir e que ao misturar estas cores duas a duas se obtinham outras.  Rapidamente surgem as cores primárias, ou seja as cores básicas que são encontradas na natureza e que são impossíveis de serem decompostas. São elas o amarelo, o vermelho e o azul. No momento em que se misturam formam outras cores, as chamadas cores secundárias. Temos o exemplo do laranja (vermelho+amarelo), o verde (amarelo+azul) ou o rosa (branco+vermelho).</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Para trabalhar as cores com concistência, os atributos das cores são fundamentais. O tom é relativo à luminosidade ou à escuridão de uma cor, podendo um só tom ter inúmeras variações da sua cor pura entre o claro e o escuro.  À primeira vista a imensidão de cores pode-nos parecer desnecessária e confundir o nosso sistema cognitivo, contudo &#8220;a nossa visão pode distinguir facilmente entre a claridade e a obscuridão de uma cor&#8221;, defende Wucius Wong.  Por sua vez, a saturação é o equivalente da luminosidade. Assim como duas cores podem ser da mesma linha mas terem intensidades diferentes, uma cor misturada revela-se menos brilhante e menos intensa em comparação a uma cor pura. Por outras palavras, a saturação é um parâmetro que especifica a qualidade de uma tonalidade de uma cor. No que toca à temperatura da cor esta tem uma filosofia simples: as cores parecem mais quentes à medida que o amarelo diminui e o vermelho aumenta.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Para além dos atributos, ainda há mais aspectos relativos às cores. Refiro-me ao facto de as cores quentes parecerem avançar em direcção a nós, enquanto as cores frias parecem recuar, ao contraste simultâneo, à vibração e ao peso, características que condicionam o brilho e o expressão de espaço que uma cor pode vir a criar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">A cor vai-nos rodeando, vai-nos passando despercebida, talvez por contarmos como certo que a cor não nos vai surprrender, de que tudo estará igual assim que nos levantamos de manhã para mais um dia. A cor pode ter vários focos de análise, mas a verdade é que não são estes os elementos que nós temos em conta no nosso dia-a-dia. A cor traz-nos uma energia própria, uma energia comum a muitos, mas por vezes personalizada para alguns. Já há muito que se fala no significado que as cores têm para nós, do quanto interferem na nossa vida e nas nossas acções, mas afinal o que significam as cores?</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ora, são atribuídas inúmeras características a cada cor e abaixo apresento uma breve classificação, que sem dúvida vai de encontro ao que comummente relacionamos com determinada cor.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">branco</span>: perfeição, casamento, limpeza e santidade;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">preto</span>: autoridade, elegância, maldade e vazio;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">amarelo</span>: sol, optimismo, sabedoria e alegria;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">vermelho</span>: paixão, revolução, calor e raiva;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">azul</span>: conhecimento, lealdade, céu e apatia;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">verde</span>: juventude, ambiente, dinheiro e sucesso;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">laranja</span>: energia, saúde, criatividade e vibração;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">roxo</span>: luxúria, imaginação, loucura e crueldade</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">cor-de-rosa</span>: sensualidade, compaixão, fragilidade e carinho.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Todas estas características inerentes às determinadas cores são analisadas de acordo com a psicologia da cor. Quando falo em psicologia refiro-me às emoções que as cores nos provocam e até que ponto nos condicionam. É natural a confusão com simbologia da cor, mas estes conceitos não são sinónimos, uma vez que a simbologia da cor está associada às diferentes interpretações que cada cultura adopta acerca determinada cor. Por exemplo, no simbolismo da cor, o verde significa inveja em várias culturas, enquanto que na psicologia da cor, o verde está associado ao equilíbrio.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ao direccionarmos a nossa atenção para outro campo, o design visual, a comunicação nesta área também se socorre da cor, com o intuito de estabelecerem um padrão de afinidade e coerência com as nossas ideias pré-definidas. A cor é assim aproveitada para dar outra dinâmica à composição e se tornar em mais um meio de transmitir a mensagem, já que a comunicação está sempre subjancente. Apesar de toda esta cumplicidade entre emissor e receptor, a verdade é que o designer tem de ter alguma cautela, pois é a cor que reforça o sentido da mensagem e, portanto a escolha da cor deve ser um processo cauteloso e saber aproveitar o poder da cor para monopolizar a nossa atenção. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Mesmo assim, poucos são os obstáculos no que toca à força da cor em se envolver nos nossos sentimentos e emoções, já que algumas cores parecem ter características universais, ou seja, permitem que a recepção da mensagem alcance o maior número de recptores possível. Os vermelhos, laranjas e amarelos estimulam os sentidos e tendem a ser percepcionadas como cores quentes, capazes de excitar os sentimentos de estímulo, carinho e boa saúde. Por outro lado, os verdes e azuis são vistos como cores frias, sendo associadas à calma, paz, segurança e depressão.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">No meu ponto de vista, a cor é um elemento com bastante para nos dar, basta tentarmos compreendder a sua essência e as suas influências.  Com este projecto, foi perceptíve a comunhão que as composições têm connosco, simplesmente porque sabem dar espaço à cor para brilhar e para comunicar.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Se pensarmos nas nossas rotinas diárias, a cor está tão presente e ao mesmo tempo tão distante da nossa atenção. Mas quantas vezes não olhamos para a nossa roupa e a escolhemos de acordo com a nossa disposição? Acordo feliz, cheia de energia e com um sorriso na cara, portanto visto amarelos, laranjas, verdes. Neste preciso momento, um momento tão espontâneo e irreflectido deixamo-nos dominar pela sedução da cor, que quer queiramos ou não acabará por ser o espelho do nosso estado de espírito.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Para além disso, a cor desperta em nós sensações e leva-nos a reagir. Por outras palavras, ao percepcionarmos determinada cor ela vai-nos lembrar algo a que nós inconscientemente temos como associação lógica. Por exemplo se eu vejo labaredas ao longe e de repente o azul do céu é visitado pelo laranja das chamas, de imediato aquele laranja intenso me faz afastar e ter cautela, pois a ele está associada uma situação de perigo. Se me falam numa banana, instantaneamente o meu pensamento se pinta de amarelo e desperta o meu sentido gustativo. Portanto, as cores podem ser tidas em conta como o ponto de partida para nós tomarmos uma posição, para nós agirmos, para nós vivermos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Mas o poder da cor não fica por aqui. A sua importância vai muito mais além. Há milénios que as cores são utilizadas em tratamento de doenças em todo o Mundo. Cada cor tem uma vibração, afectando o corpo e a mente, activando as glândulas humanas, as funções orgânicas e fortalecendo o sistema imunológico. Quando utilizada de maneira correcta, torna-se numa importante ferramenta para o equilíbrio, podendo gerar bem-estar, preservando a saúde, facilitando a comunicação entre as pessoas, elevando a auto-estima, reduzindo o stress, facilitando a assimilação de mensagens e aumentando a vitalidade.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ora, a cor não é um simples elemento de comunicação visual, já que traz consigo um vasto leque de sensações, informações e se vai aproximando como uma porta entreaberta que espera por um empurrãozinho para que toda a sua essência seja apreciada &#8220;A cor está, de facto, impregnada de informação e é uma das mais penetrantes experiências visuais que temos todos em comum&#8221; ( D.Dondis).</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Referências bibliográficas:</span></p>
<p>Wong, Wucius, <em>Principios del diseño en color, </em>nueva edición, 1999</p>
<p><a href="http://www.gruposertec.com.br/lermaterias.asp?/lermateria/Fundamentos+de+Colorimetria+%E2%80%93+Parte+2:+Os+atributos+da+cor/25"><span style="color:#000000;">http://www.gruposertec.com.br/lermaterias.asp?/lermateria/Fundamentos+de+Colorimetria+%E2%80%93+Parte+2:+Os+atributos+da+cor/25</span></a><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070504184036AAIalHR"><span style="color:#000000;">http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070504184036AAIalHR</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://olhandoacor.web.simplesnet.pt/significado_das_cores.htm"><span style="color:#000000;">http://olhandoacor.web.simplesnet.pt/significado_das_cores.htm</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://www.euroresidentes.com/portugues/cores-do-zodiaco/significado-azul.htm"><span style="color:#000000;">http://www.euroresidentes.com/portugues/cores-do-zodiaco/significado-azul.htm</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://www.geocities.com/strani_felicita/teoria.htm"><span style="color:#000000;">http://www.geocities.com/strani_felicita/teoria.htm</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://pt.shvoong.com/exact-sciences/1615680-simbolismo-da-cor-psicologia/"><span style="color:#000000;">http://pt.shvoong.com/exact-sciences/1615680-simbolismo-da-cor-psicologia/</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://www.slideshare.net/ricreis/comunicacao-visual"><span style="color:#000000;">http://www.slideshare.net/ricreis/comunicacao-visual</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://www.figueiraconsultores.com/importancia_das_cores.htm"><span style="color:#000000;">http://www.figueiraconsultores.com/importancia_das_cores.htm</span></a></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span><a href="http://comunicacao_visual.no.comunidades.net/index.php?pagina=1240343532"><span style="color:#000000;">http://comunicacao_visual.no.comunidades.net/index.php?pagina=1240343532</span></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/118/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=118&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Infografia</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/06/16/infografia/</link>
		<comments>http://dcvmais.wordpress.com/2009/06/16/infografia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 21:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Estando as férias de verão mesmo à porta, nada melhor do que aproveitarmos a época balnear como foco da nossa infografia. Assim sendo, decidimos noticiar o número de bandeiras azuis com que as praias portuguesas foram galardoadas neste verão de 2009. Para não sobrecarregarmos a infografia de muita informação, optámos por só incluir o lead [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=95&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estando as férias de verão mesmo à porta, nada melhor do que aproveitarmos a época balnear como foco da nossa infografia. Assim sendo, decidimos noticiar o número de bandeiras azuis com que as praias portuguesas foram galardoadas neste verão de 2009.</p>
<p>Para não sobrecarregarmos a infografia de muita informação, optámos por só incluir o lead da notícia, que acaba por introduzir o que graficamente noticiamos.</p>
<p>Com o photoshop como programa de trabalho, começamos por dividir o mapa de Portugal por regiões. A partir daí tornou-se mais simples a leitura do que realmente queríamos noticiar. Para que a informação essencial se destacasse e pudesse ser facilmente apreendida pelo leitor, diferenciamos o tamanho das bandeiras.</p>
<p>O próximo passo foi acrescentar informação mas sem quebrar a organização visual e sem desviar a atenção do leitor da notícia principal. Recorremos ao poder da cor para criar uma associação imediata entre as regiões e as informações/curiosidades relativas às mesmas, proporcionando, desde logo, uma coerência entre todos os elementos.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-97" title="infografiafinal copy" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/06/infografiafinal-copy1.jpg?w=480&#038;h=480" alt="infografiafinal copy" width="480" height="480" /></p>
<p>Na nossa segunda infografia optamos por inverter alguns aspectos, desde logo o programa em que trabalhamos &#8211; Freehand- e o método de exposição da notícia.</p>
<p>O próprio tema que escolhemos tem por sí só muito mais informações e pontos de análise do que o tema anteriormente apresentado, portanto o desafio foi diferente. Decidimo-nos por uma estrutura simples, em que a infografia se divide em quatro sectores de informação. Para não cansar o leitor de texto, recorremos à imagem e à  informação gráfica e esquemática, que facilitará não só a leitura como a compreensão.</p>
<p>Com um design simples, a infografia consegue chamar a atenção pelos seus tons apelativos e  fortes, que sublinham o impacto visual da notícia. Com duas cores apenas, criamos um padrão separatório e de fácil percepção, para além de que estão associadas ao título e subtítulo. É importante manter uma coerência que permita ao leitor associar os elementos e criar uma espécie de &#8220;itinerário&#8221; ao longo da infografia.</p>
<p>Sintetizamos o máximo de elementos noticiosos, já que o aconselhável é uma infografia ter o lead e, posteriormente, alguns suportes textuais que completem a mensagem. Nesse sentido, consideramos essencial apresentar os perigos que o spam poderá trazer aos nossos computadores, para além de referenciar os tipos de spam que nos podem surgir. E como uma infografia, tal como qualquer outro ramo jornalístico,  vai até ao leitor para o informar e lhe dar opções e soluções, não poderíamos deixar de apresentar os caminhos a seguir para evitar este vírus virtual.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-141" title="infografiaSPAM" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/06/infografiaspam2.jpg?w=480" alt="infografiaSPAM"   /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/95/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=95&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">infografiafinal copy</media:title>
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			<media:title type="html">infografiaSPAM</media:title>
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		<title>Cor: artigo pessoal</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/05/11/cor/</link>
		<comments>http://dcvmais.wordpress.com/2009/05/11/cor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A cor está tão presente nos nossos dias que nem lhe damos a devida importância. Para nós, a cor é encarada como algo certo, algo que distingue o dia da noite, a felicidade da infelicidade, ou seja, é um elemento que nos faz perceber que tipo de reacção ter perante os objectos: verde vou arrancar, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=69&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cor está tão presente nos nossos dias que nem lhe damos a devida importância. Para nós, a cor é encarada como algo certo, algo que distingue o dia da noite, a felicidade da infelicidade, ou seja, é um elemento que nos faz perceber que tipo de reacção ter perante os objectos: verde vou arrancar, vermelho vou parar.</p>
<p>O facto de vermos o mundo com outros tons deu-nos a nítida percepção da relevância das cores na nossa vida.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pcores/imagens/cores05.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p>As experiências que realizamos são um bom exemplo do contraste que as cores podem provocar, alterando por completo o seu significado. Desde um logótipo internacionalmente reconhecido para um totalmente personalizado, de um desenho animado até uma caracterização comunista e desde a passagem de uma imagem doce e inocente para uma imagem malévola, todas estas remodelações modificam a ideia padrão que nós associamos no momento em que pensamos nos conceitos.</p>
<p>A LEGO será eternamente associada a um fundo vermelho com as letras em preto, sem esquecer o ligeiro contorno em tons de amarelo. Ora, para lhe darmos uma imagem completamente diferente e um significado também ele contrário ao original, decidimos recorrer a dois tons infantis, já que a LEGO tem como público-alvo as crianças. Assim sendo, o azul claro (rapazes) foi adoptado como tom de fundo e o cor-de-rosa (raparigas) o tom envolvente do nome da empresa.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-143" title="lego" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/lego.jpg?w=480" alt="lego"   /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-145" title="lego copy" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/lego-copy1.jpg?w=480" alt="lego copy"   /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p>Os Estrunfes são desenhos animados muito conhecidos pelas crianças. Contudo a imagem que estas têm destes pequenos bonequinhos em nada se compara à imagem que recriamos dos Estrunfes.</p>
<p>Decidimos relacionar um estrunfe com uma vertente política: o comunismo, já que o próprio desenho animado adopta uma posição semelhante com o símbolo do partido (braço esticado e punho cerrado).</p>
<p>Assim sendo, substituímos o azul natural da personagem pelo vermelho característico do comunismo. Para dar um maior impacto, recorremos ao preto como cor de fundo, um tom forte e poderoso.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-146" title="smurf-717509" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/smurf-717509.jpg?w=480" alt="smurf-717509"   /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-149" title="smurfs1" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/smurfs12.jpg?w=225&#038;h=300" alt="smurfs1" width="225" height="300" /></p>
<p>Nesta experiência tentamos dar uma nova personalidade à imagem. A doce figura do Tweety foi assim transformada numa figura maléfica.</p>
<p>Os tons amarelos característicos desta personagem (pintainho) foram substituídos por um azul eléctrico que, em contraste com os olhos vermelhos, revelam uma maldade incoerente com a personalidade real que o Tweety incorpora.</p>
<p>Para finalizar o conceito, associamos mais uma cor, um verde florescente. Tudo tons bastantes intensos e que intensificam a maldade e o contraste que queríamos transparecer.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-150" title="tweety_bird" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/tweety_bird.jpg?w=240&#038;h=300" alt="tweety_bird" width="240" height="300" /><br />
<img class="aligncenter size-medium wp-image-151" title="tweety_bird copy" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/tweety_bird-copy.jpg?w=240&#038;h=300" alt="tweety_bird copy" width="240" height="300" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/69/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/69/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=69&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pcores/imagens/cores05.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/lego.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">lego</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/lego-copy1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">lego copy</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/smurf-717509.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">smurf-717509</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/smurfs12.jpg?w=225" medium="image">
			<media:title type="html">smurfs1</media:title>
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			<media:title type="html">tweety_bird</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/tweety_bird-copy.jpg?w=240" medium="image">
			<media:title type="html">tweety_bird copy</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Algumas inspirações tipográficas</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/05/11/algumas-inspiracoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[           <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=56&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-57" title="tipografia_1" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/tipografia_1.jpg?w=300&#038;h=180" alt="tipografia_1" width="300" height="180" /></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-59" title="tipografia_para_inspirar_main" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/tipografia_para_inspirar_main1.jpg?w=300&#038;h=234" alt="tipografia_para_inspirar_main" width="300" height="234" /></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-60" title="Typography_I_by_twomonies" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/typography_i_by_twomonies.jpg?w=480" alt="Typography_I_by_twomonies"   /></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-61" title="typography_plate_002_by_postpwned" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/typography_plate_002_by_postpwned.jpg?w=300&#038;h=300" alt="typography_plate_002_by_postpwned" width="300" height="300" /></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-62" title="typographyPlay_03" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/typographyplay_03.jpg?w=300&#038;h=225" alt="typographyPlay_03" width="300" height="225" /></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-65" title="watapak2" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/watapak2.png?w=300&#038;h=209" alt="watapak2" width="300" height="209" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/56/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=56&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/tipografia_1.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">tipografia_1</media:title>
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			<media:title type="html">tipografia_para_inspirar_main</media:title>
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		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/typography_i_by_twomonies.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Typography_I_by_twomonies</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/typography_plate_002_by_postpwned.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">typography_plate_002_by_postpwned</media:title>
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			<media:title type="html">typographyPlay_03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/watapak2.png?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">watapak2</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Alberto Caeiro</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/05/11/alberto-caeiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Caeiro é o poeta da Natureza que está de acordo com ela e a vê na sua constante renovação. E porque só existe a realidade, o tempo é a ausência de tempo, sem passado, presente ou futuro, pois todos os instantes são a unidade do tempo. Alberto Caeiro apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos”, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=54&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caeiro é o poeta da Natureza que está de acordo com ela e a vê na sua constante renovação. E porque só existe a realidade, o tempo é a ausência de tempo, sem passado, presente ou futuro, pois todos os instantes são a unidade do tempo. Alberto Caeiro apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos”, que só se importa em ver de forma objectiva e natural a realidade, com a qual contacta a todo o momento. Daí o seu desejo de integração e de comunhão com a natureza.</p>
<p>Foi precisamente a comunhão do &#8216;guardador de rebanhos&#8217; com a natureza que procuramos representar neste projecto. Assim se justifica que o texto forme uma espécie de montanha, da qual nasce uma árvore &#8211; elemento identificativo da natureza, na tentativa de reforçar a ideia subjacente.</p>
<p>Com o freehand como programa de trabalho, ao longo do texto fomos dando destaque a palavras que retratam a essência do poeta, umas vezes através do contraste de tons, outras através do tamanho e do impacto que poderiam vir a ter.</p>
<p>Os tons de verde representam as cores associadas à natureza e à tranquilidade do contacto com o meio natural. O nome do poeta, num tipo de letras mais serifado e infantil, procura transmitir a calma do mesmo e a simplicidade com que vê o mundo, como se de uma criança se tratasse.</p>
<p> </p>
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		<title>Ricardo Reis</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A filosofia de Ricardo Reis é a de um epicurismo triste, pois defende o prazer do momento, o “carpe diem”, como caminho da felicidade, mas sem ceder aos impulsos dos instintos. Apesar deste prazer que procura e da felicidade que deseja alcançar, considera que nunca se consegue a verdadeira calma e tranquilidade – ataraxia.  Na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=52&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A filosofia de Ricardo Reis é a de um epicurismo triste, pois defende o prazer do momento, o “carpe diem”, como caminho da felicidade, mas sem ceder aos impulsos dos instintos. Apesar deste prazer que procura e da felicidade que deseja alcançar, considera que nunca se consegue a verdadeira calma e tranquilidade – ataraxia.</p>
<p> Na tentativa de representarmos fidedignamente este poeta, a nossa tipografia pretende retratar o seu espírito tão carasterístico, através da utilização da silhueta da face humana como base do formato do texto. A própria silhueta resultou de um combinado de linhas com traços muito soltos, para assim reforçar a pacatez e simplicidade de Ricardo Reis.</p>
<p>O nome do poeta a sair da boca pretende captar a visão que o poeta tem do mundo. O seu nome flui livremente pelo espaço humano, espaço este que Ricardo Reis encara com muita tranquilidade e pacividade, abstraindo-se dos seus pensamentos e de tudo o que o envolve. Daí termos colocado o poema entre as linhas da silhueta, pois as palavras e os seus pensamentos pertencem à sua mente e não têm por que incomodar a sua vida tão sossegada. O fundamental para o poeta é sem dúvida viver a vida, já que esta &#8220;passa e não fica&#8221;.</p>
<p>Finalmente, e continuando no freehand, a frase do poema em linha recta reflecte o classisismo típico de Ricardo Reis, os seus ideias de vida tão transparentes e simples, as suas ilusões de que os pensamentos não se exteriorizam, porém contudo há sempre algo que escapa, um desafabo impossível de conter no seio da sua razão.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_O7lU5Z40IQQ/Sgh4wnD5guI/AAAAAAAAAJ4/WlMu1odqfCE/s320/Untitled-1.jpg" alt="" width="226" height="320" /></p>
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	</item>
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		<title>Álvaro de Campos</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 21:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A tipografia com Álvaro de Campos. A primeira imagem foi como começamos a proposta de trabalho, foi a nossa primeira experiência.  Foi trabalhada no freehand e, desde o início, tentamos adoptar diversos tipos de letra. Desde os negritos, a letras mais lineares, outras mais robustas, até às maiúsculas, todos estes elementos combinados entre si criaram um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=44&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tipografia com Álvaro de Campos.</p>
<p>A primeira imagem foi como começamos a proposta de trabalho, foi a nossa primeira experiência.  Foi trabalhada no freehand e, desde o início, tentamos adoptar diversos tipos de letra. Desde os negritos, a letras mais lineares, outras mais robustas, até às maiúsculas, todos estes elementos combinados entre si criaram um panorama tipográfico coerente com as frenéticas emoções, tão características do espírito deste heterónimo.</p>
<p>O desafio que se seguiu foi distribuir da melhor maneira o excerto do poema que tinhamos anteriormente trabalhado. Optámos por alternar entre versos horizontais e verticais, já que seria o estilo que melhor transparecia a tendência industrial (máquinas, rodas, barulho) de Álvaro de Campos. </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-46" title="alvarocampos_1" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/alvarocampos_1.jpg?w=212&#038;h=300" alt="alvarocampos_1" width="212" height="300" /></p>
<p> </p>
<p>Posteriormente, no Photoshop, optamos por conferir dinâmica à tipografia, uma vez que o poema em análise pertence à chamada Fase Sensacionista, em que o poeta produz, à semelhança de Walt Whitman, um estilo versilibrista, jactante e com uma linguagem eufórica onde, por sua vez, abundam as onomatopeias, uma série de poemas de exaltação do Mundo moderno, do progresso técnico e científico, da evolução e industrialização da Humanidade.</p>
<p>O nome do poeta ao surgir &#8220;esmagado&#8221; pelas rodas que ele tanto exalta é a consequência de todas as inquietas sensações  que Álvaro de Campos interioriza e vive com tanto afinco &#8221;em fúria fora e dentro de mim&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-50" title="alvarocampos copy" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/05/alvarocampos-copy1.jpg?w=212&#038;h=300" alt="alvarocampos copy" width="212" height="300" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=44&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">alvarocampos_1</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">alvarocampos copy</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>tipografia: artigo pessoal</title>
		<link>http://dcvmais.wordpress.com/2009/03/24/forma-escrita/</link>
		<comments>http://dcvmais.wordpress.com/2009/03/24/forma-escrita/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 23:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A tipografia é a arte, o processo de criação e a classificação do desenho de letras do alfabeto e caracteres usados para formar as palavras.&#8221; Nos tempos primitivos não comunicavam por letras, substituindo assim os sinais gráficos por  elementos básicos, a linha e o ponto. Os desenhos eram ao início o recurso dos primatas para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=39&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><em>&#8220;A </em></span><strong><span style="color:#000000;"><em>tipografia</em></span></strong><span style="color:#000000;"><em> é a arte, o processo de criação e a classificação do desenho de letras do alfabeto e caracteres usados para formar as palavras.&#8221;</em></span></p>
<p>Nos tempos primitivos não comunicavam por letras, substituindo assim os sinais gráficos por  elementos básicos, a linha e o ponto. Os desenhos eram ao início o recurso dos primatas para passarem uma mensagem que teimava em não se exprimir por palavras.</p>
<p>Dos traços livres passamos ao aperfeiçoamento da escrita e, hoje, associamos as letras a caracteres com que são representados os fonemas de uma língua. O alfabeto é assim o campo a que recorremos quando queremos aceder ao conjunto de letras que a nossa língua nos disponibiliza para comunicarmos.<img class="alignright size-full wp-image-114" title="peace_front_cropped_small" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/03/peace_front_cropped_small.jpg?w=480" alt="peace_front_cropped_small"   /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-112" title="Yes-we-can" src="http://dcvmais.files.wordpress.com/2009/03/yes-we-can.jpg?w=480" alt="Yes-we-can"   /></p>
<p>Até ao dia em que nos tinha sido proposto explorar a mensagem por detrás de uma &#8220;mera&#8221; letra&#8221; nunca me tinha apercebido da sua complexidade e da sua capacidade de transmitir uma ideia ou um sentimento. A partir desse momento comecei a tomar atenção aos cartazes na rua, às capas dos livros, aos panfletos publicitários e até a um simples papel colado na porta do talho a anunciar que o frango se encontrava em promoção. Momentos e mensagens diferentes e os tipos de letra ainda mais díspares. Com cores fortes e outras com traços descuidados, todas elas tinham uma mensagem subliminar. A capa do livro chamava pelos mais eruditos, com uma letra perfeita e rigorosa, marcando à partido o tipo de leitor que queriam atrair. A publicidade como queria chegar a todos optou por um desenho atrativo, bastante colorido, com letras em maiúsculas, sem esquecer os negritos que carregam em si uma mensagem de apelo, um chamar de atenção.</p>
<p>Simples exemplos que todos os dias vemos mas que não nos despertam o espírito crítico nem nos fazem parar em frente ao talho a tentar perceber o que as pessoas iriam pensar assim que percebessem que o frango estava em promoção. Iriam recontar o rendimento que tinham disponível para o mês e saber se a promoção compensava? Ou iriam analisar o tipo de letra e o impacto que ela terá nas pessoas que calmamente passam pela Rua do Bolhão e nem recaparavam que o frango estava mais barato 1 euro? Evidentemente que tudo se adapta aos momentos e às nossas intenções, pelo que só quem vai com o objectivo predefinido de atentar nas letras irá tentar descodificar o motvo pelo que se optou por uma letra mais serifada ou por umas letras maiúsculas que quem ainda vem no início da rua repara na mensagem.</p>
<p>Neste sentido, creio que a escolha de uma letra por uma e não por outra em pouco irá influenciar a nossa atenção. É natural que o tamanho da letra e a sua disposição são dois critérios que nos redireccionam o olhar, porém não será por ela ter mais pormenores ou aspectos rigorosos que nos farão encarar a mensagem de outra forma. Agora, é compreensível que seja adoptada uma coerência para as letras de acordo com o lugar e a situação em que estas são dispostas.</p>
<p>Ao entrarmos na área da design, a letra ganhou aos poucos um espaço de destaque. São frequentes as composições em que as letras são o núcleo da mensagem. Arial, Bodoni, Frutiger, Futura, Garamond, Gill Sans, Helvetica, Times new roman ou Univers são tipos de letra tão frequentes e, para nós enquanto estudantes não passam disso mesmo, de um tipo de letra. Se se trata de um trabalho para uma disciplina mais exigente ou com algum peso no programa curricular é por hábito optarmos pelas letras bonitinhas, certinhas ou com traços mais manuscritos. A escolha da letra nem por isso é ponderada de forma crítica mas sim se vai de encontro ao que escrevemos e se se apropria ao &#8220;ambiente&#8221; a que o trabalho estará disposto.</p>
<p>De uma vertente mais práctica passemos para um campo mais técnico.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wgHOGqmRVR8&amp;feature=related"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://dcvmais.wordpress.com/2009/03/24/forma-escrita/"><img src="http://img.youtube.com/vi/wgHOGqmRVR8/2.jpg" alt="" /></a></span></a></p>
<p>A primeira vez que visionei o vídeo que posteriormente acabei por analisar fiquei completamente fascinada, pois até a esse momento nunca tinha imaginado os objectos que nos são tão familiares camuflados de letras.</p>
<p>Desde o início que é perceptível o desenrolar da acção, uma vez que as palavras revelam-se fulcrais para toda a dinânima e riqueza do vídeo. São as palavras que nos enquadram em toda a história e são elas que de diversas formas e feitios substituem os elementos sólidos (taxis, edifícios, ruas, pessoas&#8230;), sem nunca perder a coerência, a consistência, bem como a própria realidade.</p>
<p>As palavras adoptam diversas cores, formas, tamanhos, adaptando-se aos mais diversos aspectos que estão a interpretar, acabando por dar uma dinâmica que prende a atenção do espectador, uma vez que estamos sempre à espera do que se seguirá. Como estamos sempre a ser surpreendidos pela originalidade do vídeo, acabamos por criar várias expectativas, revelando-se  impossível desprender a nossa atenção.</p>
<p>O tipo de letras  enquadra-se no estilo moderno, daí a sua perfeita legibilidade e a sua capacidade de reflectir a robustez, solidez, força e destaque. Na pequena pesquisa que fiz, li que o uso de letras maiúsculas &#8220;são rectângulos monótonos pouco distintos que não atraem a atenção do olhar&#8221;. Ora, não posso concordar, uma vez que neste vídeo todas as palavras se encontram em maiúsculas e não é por isso que não revelam dinânima. Na minha modesta opinião, as letras em maiúsculas atribuem importância e têm mesmo como objectivo marcar uma posição de relevo.</p>
<p>As cores utilizadas estão à altura da realidade e não são precisas muitas para trespassar as emoções do vídeo. Umas cores são vivas, outras mais fortes, mas são sobretudo frequentes as tonalidades mais pesadas, também porque a acção se passa durante a noite.</p>
<p>Se  &#8221;o objectivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa&#8221; e  se a tipografia &#8220;transmite sensações e padrões, criando uma informação no subconsciente do leitor&#8221; não tenho qualquer dúvida de que este vídeo é exemplo certo disso.</p>
<p>A proposta da tipografia foi sem dúvida um projecto que condicionou a minha atenção para o que me rodeia. Ver a letra com outros olhos revelou-se um desafio em que relembro diversas experiências.  Segundo Robert<em> </em>Bringhurst, &#8220;a tipografia é o ofício que dá forma visível e durável e portanto existência independente à linguagem humana&#8221;, como tal a letra é muito mais do que a imagem que transparece, é um meio criativo que permite isolar a mensagem num espaço gráfico e tornar-se acessível à visão de todos mas não à inteligência visual de todos. Como em qualquer aspecto de design<em> </em>há sempre mensagens subliminares e uns simples traços trazem sempre consigo qualquer objectivo, qualquer emoção.</p>
<p>Assim sendo, a tipografia é uma maneira da mensagem perdurar no tempo, mas sempre disponível a diversas interpretações . Como Suzana Valladares Fonseca já escreveu, &#8221;o tipógrafo veste a palavra com uma forma visível e preserva-a para o futuro&#8221;, portanto a imagem que a tipografia nos traz das letras é a percepção visual que retemos, porque quanto à sua interpretação essa fica dependente do quanto mais além consigamos ver.</p>
<p>Referências bibliográficas:</p>
<p><em>&#8220;Elementos do estilo tipográfico versão 3.0‎&#8221; &#8211; Página 17, de Robert Bringhurst &#8211; traduzido por André Stolarski, Publicado por Cosac Naify Edições, 2005</em></p>
<p><em>&#8220;A tradição do moderno: Uma reaproximação com valores fundamentais do Design Gráfico a partir de Jan Tschichold e Emil Ruder&#8221;, capítulo 4, p. 164</em></p>
<p><a href="http://www.slideshare.net/barao/tipografia">http://www.slideshare.net/barao/tipografia</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tipografia">http://pt.wikipedia.org/wiki/Tipografia</a></p>
<p><a href="http://www.informationdesign.org/archives/typography/">http://www.informationdesign.org/archives/typography/</a></p>
<p><em><a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/Robert_Bringhurst">http://pt.wikiquote.org/wiki/Robert_Bringhurst</a></em></p>
<p><em> <a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/Emil_Ruder">http://pt.wikiquote.org/wiki/Emil_Ruder</a></em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/39/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=39&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Proposta de trabalho nº1: composição no quadrado</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 21:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dcvmais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[      Iniciamos a nossa composição com a exploração de um simples cubo, o qual ao ser colocado numa diferente perspectiva tomou uma posição descendente, posição esta que reflecte a rigidez e segurança da relação. “Ao cubo estão associados os significados de honestidade, rectidão e esmero” (D. Dondis) No que toca ao aspecto técnico, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=34&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p> </p>
<p><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_O7lU5Z40IQQ/SckmUIwZtDI/AAAAAAAAAHA/CVn17plF7sc/s320/1.jpg" alt="" width="320" height="320" /></p>
<p> </p>
<p>Iniciamos a nossa composição com a exploração de um simples cubo, o qual ao ser colocado numa diferente perspectiva tomou uma posição descendente, posição esta que reflecte a rigidez e segurança da relação. “Ao cubo estão associados os significados de honestidade, rectidão e esmero” (D. Dondis)<br />
No que toca ao aspecto técnico, fomos desenvolvendo a composição no Photoshop a partir de uma imagem da Internet (cubo), juntando-lhe posteriormente um background em tons de preto. a gradação de tons de cinzento entre o branco e o preto constituem os extremos de significado com graus maiores ou menores de intensidade.</p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_O7lU5Z40IQQ/SckmhaSlqaI/AAAAAAAAAHI/00FXIV4jRXU/s320/Untitled-1+copy.jpg" alt="" width="320" height="320" /></p>
<p> </p>
<p>Numa fase seguinte e ainda no Photoshop, apostamos na aplicação da brush tool com uma tonalidade amarela, com o intuito de contrastar com as cores mortas do cubo e com a sua linearidade.</p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_O7lU5Z40IQQ/SckfwbCcXkI/AAAAAAAAAG4/PxhLH4Bl3UI/s320/composi%C3%A7%C3%A3o+quadrado.jpg" alt="" width="320" height="320" /></p>
<p> </p>
<p>Posteriormente, transferimos a composição para o Freehand, onde procedemos à desfragmentação do círculo amarelo, “a cor que se considera mais próxima da luz e do calor” (D.Dondis), recorrendo ao uso de vectoriais. As diferentes partes resultantes desta decomposição foram dispersas no campo de composição, não descurando a harmonia visual. Foi neste seguimento, que se destacou a presença de uma silhueta que pode retratar a dimensão humana da composição.</p>
<p>No global, a imagem final pretende transmitir a dualidade de emoções presentes na música. Por um lado, temos o cubo inspirado na fase inicial da canção e que sugere a solidez da relação que se encontra ameaçada por factores externos, que continuamente afectam o quotidiano amoroso das personagens. Em contrapartida, o dinamismo expresso nas formas curvilíneas dispostas aleatoriamente e sobrepostas umas às outras reflectem essas mesmas externalidades. Aqui, foi utilizada a técnica da espontaneidade, que “se caracteriza por uma aparente falta de planeamento. É uma técnica de grande carga emotiva, impulsiva e transbordante.” (D.Dondis)</p>
<p>As diversas pequenas formas constituem uma espécie de barreira à estabilidade do compromisso, podendo também serem entendidas como os estilhaços do que não resultou (“we are turning into dust”).<br />
Nem sempre podemos ter o que queremos, nem sempre os cubículos da nossa vida são os quartos de conforto. Os lençóis brancos que os envolvem e as paredes caiadas de desilusão estilhaçam e confundem.<br />
A composição da decomposição dos sentimentos é o que pretendemos transmitir nestas imagens.</p>
<p> </p>
<p>Realizado por: Rosário Costa e Marília Freitas</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dcvmais.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dcvmais.wordpress.com/34/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dcvmais.wordpress.com&amp;blog=6830454&amp;post=34&amp;subd=dcvmais&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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